Crustáceos podem ser sinalizadores de impactos ambientais

20 de março de 2020 Por: Érica Jardim Bonifácio O globo terrestre, possivelmente possui cerca de 4,5 bilhões de anos. Tal idade nos leva a inferir que o mesmo passou por diversas mudanças, tendo como principal “coautor” as adversidades climáticas. Pesquisadores, com ênfase nos paleontólogos, se dedicam a estudar como essas transformações atingiram vidas naqueleContinuar lendo “Crustáceos podem ser sinalizadores de impactos ambientais”

Vírus de 15 mil anos são descobertos após degelo no Tibete: novas epidemias?

21 de março de 2020 Por: Jorge Luis de Melo Guadalupe Durante as últimas semanas, o mundo se deparou com uma ameaça há muito não registrada nos livros de história: a pandemia causada pelo SARS-CoV-2, ou novo coronavírus. Reacendeu-se o debate sobre prevenção e contingenciamento de novas epidemias entre as autoridades e os cientistas doContinuar lendo “Vírus de 15 mil anos são descobertos após degelo no Tibete: novas epidemias?”

Utilizando Inteligência Artificial na identificação de fósseis de grãos de pólen

22 de março de 2020 Por: Francisco Carmo A palinologia é a área da botânica que estuda grãos de pólen e esporos, tanto de plantas modernas quanto de fósseis. Devido ao fato dessas estruturas vegetais possuírem tecidos de proteção muito resistentes, muitas acabam por resistir aos efeitos do tempo, se tornando um dos tipos deContinuar lendo “Utilizando Inteligência Artificial na identificação de fósseis de grãos de pólen”

Os paleoambientes da Formação Tatuí podem ser deduzidos através da análise de novas informações de processos de deposição?

21 de março de 2020 Por: Laura Fernandes Os ambientes paleontológicos são resultantes de amplas mudanças e variações dos processos sedimentológicos ao logo do tempo. A Formação Tatuí, área eopermiana localizada na Bacia do Paraná, região centro-leste do Estado de São Paulo, não poderia ser diferente. Em sua composição, há camadas de argilitos e arenitosContinuar lendo “Os paleoambientes da Formação Tatuí podem ser deduzidos através da análise de novas informações de processos de deposição?”