Os primeiros ovos de dinossauro eram macios?*

22 de junho de 2022 Por: Isabela Lima de Miranda *Texto publicado também no espaço biótico <confira aqui> E se os ovos de dinossauros nem sempre foram rígidos como imaginávamos? Imagine se inicialmente esses ovos possuíssem casca mole, como os ovos das tartarugas, e não casca dura, como os ovos das aves? Foi no desertoContinuar lendo “Os primeiros ovos de dinossauro eram macios?*”

Estudo propõe a associação entre traços fossilíferos e fácies metamórficas do norte de Minas Gerais

16 de maio de 2022 Por: Gabriela de Oliveira Borges Uma análise recente de um mapeamento feito pela CPRM – Serviços Geológicos do Brasil sugere a existência de traços de fósseis de organismos complexos no município de Ibiracatu, no norte de Minas Gerais. Esses fósseis são, provavelmente, de organismos como artrópodes e poliquetas e foramContinuar lendo “Estudo propõe a associação entre traços fossilíferos e fácies metamórficas do norte de Minas Gerais”

Ovo fóssil de crocodilo é encontrado no Piauí

14 de maio de 2022 Por: Isabela Magalhães No artigo é reportado que um ovo fóssil de crocodilo, coletado em 2015, no Sítio Pé da Serra do Félix, no município de Simões, Sudeste do Piauí. Porém os resultados do estudo só foram divulgados em 2020 e finalmente publicados em um artigo científico em 2022. Atualmente,Continuar lendo “Ovo fóssil de crocodilo é encontrado no Piauí”

A importância dos Coprólitos nas interações ecológicas

09 de maio de 2022 Por: Vitória Gomes Macêdo O registro fóssil é dominado por tecidos biomineralizados, resistentes, por exemplo, conchas e ossos que são compostos por carbonato de cálcio e outros elementos. Por outro aldo, os tecidos moles são decompostos rapidamente e são raras as vezes que se preservam. Porém, a fossilização desses tecidosContinuar lendo “A importância dos Coprólitos nas interações ecológicas”

A análise fossilífera como rastreadora da dor em dinossauros

18 de junho de 2021 Por: Lis Marques de Carvalho e Vieira Uma revisão publicada em setembro de 2019 na revista Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences mostrou como, a partir de uma série de análises do registro fóssil de dinossauros, é possível evidenciar que esses animais pré-históricos sentiam dor e manifestavam-aContinuar lendo “A análise fossilífera como rastreadora da dor em dinossauros”

Seria este o primeiro registro fóssil de ovo amniótico contendo restos embrionários pertencente aos Crocodylomorpha?

19 de janeiro de 2021 Por: Amanda Cristina Pereira Antônio Pesquisadores brasileiros descobriram o primeiro registro fóssil de um ovo amniótico na formação Romualdo, possivelmente pertencente ao grupo Crocodylomorpha (crocodilos e seus parentes extintos). A formação Romualdo é um dos mais importantes sítios paleontológicos do Brasil e está situada na Bacia do Araripe no estadoContinuar lendo “Seria este o primeiro registro fóssil de ovo amniótico contendo restos embrionários pertencente aos Crocodylomorpha?”

Crocodilos têm lombrigas?

22 de março de 2020 Por: Isabela Meira Carvalho O estudo de coprólitos — fezes fossilizadas — permite aos pesquisadores identificarem ovos de parasitas e inferir importantes hábitos de vida de animais pré-históricos. Tais como, hábitos alimentares, relação predador-presa e fatores ambientais. A descoberta de ovos de Ascaridoidea, popularmente conhecidos como lombrigas, em coprólitos sóContinuar lendo “Crocodilos têm lombrigas?”

Os paleoambientes da Formação Tatuí podem ser deduzidos através da análise de novas informações de processos de deposição?

21 de março de 2020 Por: Laura Fernandes Os ambientes paleontológicos são resultantes de amplas mudanças e variações dos processos sedimentológicos ao logo do tempo. A Formação Tatuí, área eopermiana localizada na Bacia do Paraná, região centro-leste do Estado de São Paulo, não poderia ser diferente. Em sua composição, há camadas de argilitos e arenitosContinuar lendo “Os paleoambientes da Formação Tatuí podem ser deduzidos através da análise de novas informações de processos de deposição?”

Registro de pegadas fósseis revela vida de répteis marinhos

Em 12 de setembro de 2019 Por: Carolina Gomes Ferreira Cientistas da Universidade Federal do Paraná relataram, em 2004, o primeiro registro de icnofósseis no sul do Estado de Goiás, isto é, de rastros fósseis que indicam atividade biológica de um grupo de tetrápodes que viveu no período Permiano (cerca de 298 milhões de anosContinuar lendo “Registro de pegadas fósseis revela vida de répteis marinhos”